terça-feira, 10 de abril de 2018


‘O impacto do ensino da arte (ou da falta dele) na percepção do mundo’ – Camille Paglia











A arte é o casamento do ideal e do real. Fazer arte é um ramo da artesania. Artistas são artesãos, mais próximos dos carpinteiros e dos soldadores do que dos intelectuais e dos acadêmicos, com sua retórica inflacionada e autorreferencial. A arte usa os sentidos e a eles fala. Funda-se no mundo físico tangível.”
– Camille Paglia, em ‘Imagens cintilantes’.
A escritora norte-americana Camille Paglia é conhecida por desafiar as ideias em voga nos mais diversos campos. Professora de Humanidades e Estudos Midiáticos da University of the Arts da Filadélfia, é autora de obras que misturam cultura pop, história da arte, sexualidade e os diferentes meios que tornam o homem um espectador: seja na frente da televisão, de um Pollock ou de sua própria vida.
Em sua mais recente obra Imagens cintilantes – uma viagem através da arte desde o Egito a ‘Star Wars’ (Apicuri, 2014), Camille retorna ao local que a consagrou, a crítica à arte contemporânea. No livro, a autora analisa 29 obras que considera fundamentais na história da arte e afirma, com certa decepção, que os jovens deixaram ofícios como a pintura e a escultura para emprestar sua lealdade à tecnologia e ao design industrial.
Paglia resumiu o panorama que motivou a criação de Imagens cintilantes:
“O olho sofre com anúncios piscando na rede. Para se defender, o cérebro fecha avenidas inteiras de observação e intuição. A experiência digital é chamada interativa, mas o que eu vejo como professora é uma crescente passividade dos jovens, bombardeados com os estímulos caóticos de seus aparelhos digitais. Pior: eles se tornam tão dependentes da comunicação textual e do correio eletrônico, que estão perdendo a linguagem do corpo.”
De acordo com ela, esta degeneração gradativa da percepção/expressão tem um grande inimigo: o mercado – das galerias às instituições de ensino. Segundo a norte-americana, este mercado não é apenas um objeto a ser combatido, mas sim um profundo problema de visão sobre a vida, que parte, também, do espectador. Ensinado a enxergar o mundo apenas de forma política e ideológica, o homem contemporâneo teria perdido a esfera do sensível, do invisível, do metafísico. Este contexto de constante estímulo atinge a sociedade como um todo, como Camille argumenta logo na introdução da obra:
“A vida moderna é um mar de imagens. Nossos olhos são inundados por figuras reluzentes e blocos de texto explodindo sobre nós por todos os lados. O cérebro, superestimulado, deve se adaptar rapidamente para conseguir processar esse rodopiante bombardeio de dados desconexos. A cultura no mundo desenvolvido é hoje definida, em ampla medida, pela onipresente mídia de massa e pelos aparelhos eletrônicos servilmente monitorados por seus proprietários. A intensa expansão da comunicação global instantânea pode ter concedido espaço a um grande número de vozes individuais, mas, paradoxalmente, esta mesma individualidade se vê na ameaça de sucumbir.
Como sobreviver nesta era da vertigem? Precisamos reaprender a ver. Em meio à tamanha e neurótica poluição visual, é essencial encontrar o foco, a base da estabilidade, da identidade e da direção na vida. As crianças, sobretudo, merecem ser salvas deste turbilhão de imagens tremeluzentes que as vicia em distrações sedutoras e fazem a realidade social, com seus deveres e preocupações éticas, parecer estúpida e fútil. A única maneira de ensinar o foco é oferecer aos olhos oportunidades de percepção estável – e o melhor caminho para isso é a contemplação da arte.”
Ainda em seu texto introdutório, Camille critica as instituições de ensino por falharem completamente no ensino da visão que nos tiraria desta vertigem. Se precisamos reaprender a ver, as faculdades de arte, para ela, poderiam ser consideradas mais um empecilho do que uma parceira nesta tarefa.
Leia, abaixo, o que ela tem dizer sobre isso a partir de excerto do livro Imagens cintilantes:
“É de uma obviedade alarmante que as escolas públicas norte-americanas têm feito um mau serviço na educação artística dos estudantes. Da pré-escola em diante, a arte é tratada como uma prática terapêutica – projetos com cartolina do tipo “faça você mesmo” e pinturas com os dedos para liberar a criatividade oculta das crianças. Mas o que de fato faz falta é um quadro histórico de conhecimentos objetivos acerca da arte. As esporádicas excursões ao museu, mesmo que haja um por perto, são inadequadas. Os cursos de história da arte deveriam ser integrados ao currículo do ensino primário, fundamental e médio – uma introdução básica à grande arte e a seus estilos e símbolos. O movimento multiculturalista que se seguiu à década de 1960 ofereceu uma tremenda oportunidade para expandir o nosso conhecimento do mundo da arte, mas suas abordagens têm com demasiada frequência sacrificado a erudição e a cronologia em favor de um partidarismo sentimental e de queixumes rotineiros.
Era de se esperar que as faculdades que oferecem cursos de artes liberais dessem ênfase à educação artística, mas não é esse o caso. O atual currículo, de estilo self-service, torna os cursos de história da arte disponíveis, mas não obrigatórios. Com raras exceções, as universidades abandonaram toda noção de um núcleo de aprendizado. Os departamentos de humanidades oferecem uma mixórdia de cursos feitos sob medida para os interesses de pesquisa dos professores. Tem havido um gradual eclipse, nos Estados Unidos, do curso de história geral da arte, que cobria magistralmente, em dois semestres, da arte das cavernas ao modernismo. Apesar de sua popularidade entre os estudantes, que se recordam deles como pontos culminantes em suas vivências universitárias, os cursos gerais são cada vez mais vistos como excessivamente pesados, superficiais ou eurocêntricos – e não há mais vontade institucional de estendê-los para a arte mundial.
Jovens professores, criados em meio ao pós-estruturalismo, com sua suspeita mecânica da cultura, consideram-se especialistas, e não generalistas, e não foram treinados para pensar sobre trajetórias tão vastas. O resultado final é que muitos alunos de humanidades se formam com pouco senso da cronologia ou da deslumbrante procissão de estilos que constituía a arte ocidental.
A questão mais importante acerca da arte é: o que permanece e por quê?
As definições de beleza e os padrões de gosto mudam constantemente, mas padrões persistentes subsistem. Defendo uma visão cíclica da cultura: os estilos crescem, chegam ao ápice e decaem para tornarem a florescer, num renascer periódico. A linha de influência artística pode ser vista claramente na cultura ocidental, com várias interrupções e recuperações, desde o Egito antigo até hoje – uma saga de 5 mil anos que não é (como diria o jargão acadêmico) uma “narrativa” arbitrária e imperialista. Grande número de objetos teimosamente concretos – não apenas “textos” vacilantes e subjetivos – sobrevivem desde a antiguidade e as sociedades que moldaram.
A civilização é definida pelo direito e pela arte. As leis governam o nosso comportamento exterior, ao passo que a arte exprime nossa alma. Às vezes, a arte glorifica o direito, como no Egito; às vezes, desafia a lei, como no Romantismo.
O problema com abordagens marxistas que hoje permeiam o mundo acadêmico (via pós-estruturalismo e Escola de Frankfurt) é que o marxismo nada enxerga além da sociedade. O marxismo carece de metafísica – isto é, de uma investigação da relação do homem com o universo, inclusive a natureza. O marxismo também carece de psicologia: crê que os seres humanos são motivados apenas por necessidades e desejos materiais. O marxismo não consegue dar conta das infinitas refrações da consciência, das aspirações e das conquistas humanas.
Por não perceber a dimensão espiritual da vida, ele reduz reflexivamente a arte à ideologia, como se o objeto artístico não tivesse outro propósito ou significado além do econômico ou do político.
Hoje, ensinam aos estudantes a olhar a arte com ceticismo, por seus equívocos, suas parcialidades, suas omissões e ocultos jogos de poder. Admirar e honrar a arte, exceto quando transmite mensagens politicamente corretas, é considerado ingênuo e reacionário. Um único erudito marxista, Arnold Hauser, em seu épico estudo de 1951, A história social da arte, teve bom êxito na aplicação da análise marxista, sem perder a magia e o mistério da arte. E Hauser (uma das influências iniciais do meu trabalho) trabalhava com base na grande tradição da filologia alemã, animada por uma ética erudita que hoje se perdeu.
A arte é o casamento do ideal e do real. Fazer arte é um ramo da artesania. Artistas são artesãos, mais próximos dos carpinteiros e dos soldadores do que dos intelectuais e dos acadêmicos, com sua retórica inflacionada e autorreferencial. A arte usa os sentidos e a eles fala. Funda-se no mundo físico tangível.
O pós-estruturalismo, com suas origens linguísticas francesas, tem a obsessão pelas palavras e, com isso, é incompetente para interpretar qualquer forma de arte além da literatura. O comentário sobre arte deve abordá-la e descrevê-la em seus próprios termos. Deve-se manter um delicado equilíbrio entre os mundos visível e invisível. Aqueles que subordinam a arte a uma agenda política contemporânea são tão culpados de propaganda e rigidez literal como qualquer pregador vitoriano ou burocrata stalinista.”
https://www.revistaprosaversoearte.com/o-impacto-do-ensino-da-arte-ou-da-falta-dele-na-percepcao-do-mundo-camille-paglia/



segunda-feira, 9 de abril de 2018

Trabalho realizado pela Professora Cynara Oliveira na turma:4M1

Tema:VIVER MELHOR  















Relação Homens x Natureza
Painel/
Mural
Professor responsável: Diego
Turmas envolvidas :  4m1,4v1,3v1,3v2



3V2











4V1

4M1











3V1

segunda-feira, 2 de abril de 2018


Participação das 4ºm1 e 2ºm1, no Seminário SOS Rio Joanes ,realizado hoje pela manhã na Assembléia Legislativa da Bahia.






quarta-feira, 28 de março de 2018








“O sentimento de Páscoa é dizer sim ao amor, à compaixão, ao outro. É viver a família! ”

“A Páscoa tem esse poder de nos fazer refletir e ponderar sobre quem realmente interessa em nossas vidas. Tenha uma Páscoa abençoada!”
                           Equipe GESTORA

segunda-feira, 19 de março de 2018






História do Dia Mundial da Água







22 de MARÇO




O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado à discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) está sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc.); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar ideias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos. 

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem. 

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia. 

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam. 

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras. 

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo. 

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis. 

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado. 

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. 

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 

Frases sobre o Dia Mundial da Água:

- Água é vida. Vamos usar com inteligência para que ela nunca falte.

- O futuro de nosso planeta depende da forma com que usamos a água hoje.

- Todo dia é dia de água, pois ela está presente em tudo e em todos.

- O Dia Mundial da Água não é só para pensar, mas principalmente para agir: vamos usar este recurso natural com sabedoria para que ele nunca acabe.

- Sem a água não haveria vida na Terra! Pense nisso neste Dia Mundial da Água.

- O uso racional da água hoje é a garantia deste importante recurso natural para as futuras gerações.

Você sabia?

- 2013 foi o Ano Internacional de Cooperação pela Água. O ano foi definido pela UNESCO como forma de incentivar o uso racional dos recursos hídricos do planeta.

Bibliografia Indicada

Água Futuro Azul - como proteger a água potável para o futuro das pessoas e do planeta para sempre
Autor: Barlow, Maude
Editora: M. Books
Temas: Água, Meio Ambiente, Recursos Hídricos



Aconteceu uma reunião de pais,vice direção e coordenadores do CEEP/TIC com os representantes da  UNIFACs ,em uma parceria para o curso de Comunicação Visual .
Público alvo: 1m2 e 1v4.
Sábado letivo: 17/03/2018






segunda-feira, 12 de março de 2018


1ª REUNIÃO  DOS PAIS NO ANO LETIVO DE 2018


A confiabilidade mútua representa um fator indispensável para a solidez da interação família-escola, a começar pela primeira reunião de pais.























terça-feira, 27 de fevereiro de 2018


Estudar tudo de uma vez ou em “parcelas”? Saiba o que é melhor


Se você opta por estudar em prestações, as chances de você aprender mais é grande.


Imagine que, na sua programação, hoje é o dia de estudar eletromagnetismo na disciplina de física. Sendo assim, você planejaria a sessão de estudo: a) reservando três horas para esse tópico, com exercícios, e o daria por encerrado? Ou b) estudando por uma hora neste dia, depois mais uma hora daqui a dois dias, e mais uma alguns dias depois?
O pensamento lógico diz que tanto faz, afinal, seriam três horas estudadas em qualquer das duas maneiras. Que importa se é tudo de uma vez ou dividido em “parcelas”? Mas a lógica não faz sentido aqui. A melhor opção para o cérebro absorver mais informação é a segunda, dividindo o estudo de uma só matéria ao longo de alguns dias. Então, se você opta por estudar em prestações, as chances de você aprender mais é grande.
O motivo é que, a cada intervalo, o cérebro “fermenta” as informações, sedimentando tudo lá no fundo, de forma que, quando você retoma o assunto algum tempo depois, já está mais preparado para dar continuidade e entender o resto. Esse princípio é fundamental na teoria do aprendizado: aprendemos no ato de estudar, mas o cérebro não fica parado nos intervalos, nem mesmo dormindo.
Imagine o cérebro como um animal ruminante: nos momentos em que estamos descansando, o cérebro está mastigando aquela ideia, processando e armazenando o que foi estudando, tudo sem que percebamos conscientemente.
É por isso que não adianta virar a noite estudando para uma prova no dia seguinte, e também não dá certo “dar uma última estudada” faltando horas para o vestibular! O cérebro precisa de tempo para absorver os conteúdos, por isso, estudar correndo só vai deixá-lo cansado para os exames.
Consultoria: Você sabe estudar?, de Claudio de Moura Castro, Editora Penso

As atividades de Educação Física  já foram  iniciadas  pelo professor André Galvão ,no Ginásio de Esportes de Lauro de Freitas.








Mensagem do Dia






terça-feira, 5 de dezembro de 2017

MENSAGEM


O Natal está chegando e é um momento de reflexão para todos!!!
Estamos na reta final da terceira unidade. Espero que todos reflitam sobre seus objetivos,que traçaram em 2017.
Conseguiram??? Se não ,ainda é tempo de recuperar com bastante estudo e dedicação!!








terça-feira, 28 de novembro de 2017

SARAU CULTURAL E GASTRONÔMICO NO CEEP-TIC 

2017. 



Convidamos os alunos,professores e funcionários do Ceep Tic Lauro de Freitas à participarem do nosso Sarau Cultural, que será realizado no dia 30/11, a partir das 9.00 h.Esse evento é coordenado pelo professor Lúcio Galvão e direção pedagógica, da Professora Maria Rita Mesquita.
Teremos apresentações cênicas, musicais,literárias e danças contemporâneas.
Haverá também, uma batalha de Rap,e atividades lúdicas.Teremos um espaço gastronômico elaborado pelos alunos do

CeepTic Lauro de Freitas.A participação de todos é fundamental para abrilhantarem nosso evento.






segunda-feira, 27 de novembro de 2017

FINAL DAS APRESENTAÇÕES DO PROJETO CONEXÕES EM REDES,ARTICULAÇÃO DE SABERES ,EM PARCERIA COM A UNIFACS.


CONEXÕES ILUSTRADAS: LIVRO DOS ARTISTAS CONSOLIDA UM PROCESSO VIVENCIADO POR 35 JOVENS EM FORMAÇÃO DO CEEP/TIC,EM DIÁLOGO COM 16 JOVENS EM FORMAÇÃO DA UNIVERSIDADE SALVADOR(UNIFACS).